Trump e China: O contraste que incomoda
Marco Feliciano - 17/07/2026 12h19 Os avanços da máquina estatal chinesa contrastam com o silêncio de Lula (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPT O nosso presidente Lula, dia sim, outro também, ataca o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, assacando impropérios indignos de um chefe de Estado, chegando ao cúmulo de usar termos como “pirata” e “imperador do mundo”, entre outros. Com isso, acabou conseguindo uma sobretaxa de 25% sobre os produtos brasileiros exportados para aquele país. No entanto, não vemos o mesmo empenho em relação às atitudes comerciais da China para com o nosso país. Por exemplo, a gigante chinesa Cofco International arrematou o mega terminal STS11, no Porto de Santos, fazendo com que tenhamos de pagar aluguel a eles pelo uso. A mesma Cofco investiu bilhões em Rondonópolis no esmagamento de soja. Isso, sem contar a fábrica de automóveis na Bahia, acusada até de promover trabalho escravo. São tantos os avanços da máquina estatal chinesa em nosso país, incluindo o setor de minérios, que seria trabalhoso enumerar todos. Mas o que chama a atenção é o silêncio das autoridades brasileiras em relação a essa invasão; certamente, por se tratar de um país de mesmo viés ideológico, comunista, ateísta, com regime elogiado até por alta autoridade da República. O que nos anima é o próximo ano, com um novo governo que trará o Brasil de volta ao eixo ocidental das nações de tradição judaico-cristã. Finalizo pedindo a Deus que tire a trave dos olhos dos maus brasileiros e que derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Terremoto atinge costa do México e aciona alerta de tsunami Perícia descarta estupro em bebê e caso tem reviravolta no Ceará Advogada diz que laudo descarta estupro no caso da bebê Helena Renato Machado é velado no Rio; veja imagens da cerimônia Flávio critica preço de alimentos: Não é o Brasil que a gente sonhou WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.
Satanás ODEIA as crianças
Renato Vargens - 17/07/2026 11h18 Criança triste (Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay Satanás sempre odiou as crianças. A Bíblia nos mostra isso: o assassinato dos bebês no Egito, o sacrifício dos pequenos a Moloque, a mortandade de crianças por Herodes e muitos outros episódios mais. Se não bastasse isso, ultimamente temos ouvido relatos de crimes hediondos, como o assassinato da pequena Helena. Para piorar a situação, alguns têm lutado pela normatização da pedofilia defendendo criminosos; o que por si só é uma afronta a Deus e à santidade da vida. Definitivamente, estamos numa luta contra as forças das trevas e mais do que nunca precisamos clamar a Deus por misericórdia, lutando pelos indefesos, batalhando pelos pequenos, pelejando pelo bem e pela vida daqueles que não possuem condições de se defender. Que Deus tenha misericórdia da nossa nação e nos livre do homem mau! Renato Vargens é pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro e conferencista. Pregou o evangelho em países da América do Sul, do Norte, Caribe, África e Europa. Tem 40 livros publicados em língua portuguesa e um em língua espanhola. É membro dos conselhos do TGC Brasil e do IBDR. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Terremoto atinge costa do México e aciona alerta de tsunami Perícia descarta estupro em bebê e caso tem reviravolta no Ceará Advogada diz que laudo descarta estupro no caso da bebê Helena Renato Machado é velado no Rio; veja imagens da cerimônia Flávio critica preço de alimentos: Não é o Brasil que a gente sonhou WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.
Quantas outras Helenas ainda serão vítimas desses monstros?
Magno Malta - 17/07/2026 09h53 (Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay A pergunta que precisa ser feita é dura, mas necessária: quantas outras crianças precisarão ter suas vidas destruídas antes que o Brasil encare a pedofilia como uma emergência nacional? A pedofilia é um dos crimes mais covardes e repugnantes que existem. Não existe relativização. Não existe desculpa. Não existe espaço para silêncio ou omissão. Criança não é objeto, não é propriedade de ninguém, não é alvo de criminosos. Criança precisa ser protegida. Todos os dias, o Brasil se depara com histórias que revelam o lado mais sombrio da natureza humana. São crianças violentadas, abusadas, exploradas e, em muitos casos, assassinadas por criminosos que não enxergam uma vida, mas apenas um objeto para satisfazer um desejo criminoso e destruidor. Como alguém que há décadas levanta essa bandeira, eu não poderia me calar diante do caso da pequena Helena. Um anjo que representa tantas outras crianças que sofrem em silêncio, muitas vezes dentro do próprio ambiente familiar, justamente onde deveriam encontrar proteção, amor e segurança. Mas essa luta não começou agora. Há mais de 20 anos, quando presidi a CPI da Pedofilia no Senado, nós enfrentamos uma realidade que muitos tentavam esconder. Aquela CPI trouxe luz para uma rede criminosa que precisava ser revelada, investigou a exploração sexual infantil, inclusive no ambiente digital, e ajudou o Brasil a avançar no combate a esse tipo de crime. Entre os resultados daquele trabalho, tivemos avanços importantes no fortalecimento dos mecanismos de investigação, na responsabilização dos criminosos e na proteção das crianças e adolescentes. Só que o mundo mudou. A tecnologia avançou. E os criminosos também aperfeiçoaram suas formas de atuação. Hoje, esses covardes utilizam redes sociais, aplicativos, plataformas digitais e novas ferramentas para aliciar, manipular e explorar crianças. Eles se escondem atrás de uma tela, mas deixam marcas profundas e permanentes na vida das vítimas. Os números mostram a gravidade dessa nova realidade. Segundo o relatório Disrupting Harm no Brasil: Enfrentando a violência sexual contra crianças facilitada pela tecnologia, publicado em 2025 pelo UNICEF Innocenti, em parceria com a ECPAT Internacional e a INTERPOL, aproximadamente uma em cada cinco crianças e adolescentes brasileiros de 12 a 17 anos sofreu violência sexual facilitada pela tecnologia em um período de 12 meses. O dado representa cerca de 3 milhões de meninas e meninos atingidos por esse tipo de violência no ambiente digital. Também convivemos com milhares de registros anuais de violência sexual contra crianças e adolescentes. Crimes que acontecem em diferentes ambientes, inclusive dentro do próprio lar, muitas vezes praticados por pessoas que deveriam ser fonte de cuidado e proteção. Cada número representa uma vida marcada. Não são apenas estatísticas. São crianças que tiveram a inocência roubada, famílias destruídas pela dor e uma sociedade que precisa romper o silêncio e assumir a responsabilidade de proteger quem mais precisa. Por isso, desde o início deste meu mandato, tenho lutado pela instalação de uma nova CPI da Pedofilia, porque essa é uma necessidade urgente do Brasil. O requerimento para a criação da comissão foi apresentado, mas a instalação ainda enfrenta entraves para o início dos trabalhos. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encaminhou a questão para que as lideranças partidárias façam as indicações dos integrantes da comissão, e o processo permanece travado. Enquanto isso, o tempo passa. E criminosos continuam agindo. Até quando? Quantas Helenas ainda precisarão ser violentadas, abusadas e mortas para que o Brasil compreenda que não estamos diante de um crime comum? Estamos falando de uma guerra contra aqueles que atacam nossas crianças. Contra criminosos que destroem vidas, roubam infâncias e deixam marcas que muitas vítimas carregam para sempre. Magno Malta é senador da República. Foi eleito por duas vezes o melhor senador do Brasil. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Terremoto atinge costa do México e aciona alerta de tsunami Perícia descarta estupro em bebê e caso tem reviravolta no Ceará Advogada diz que laudo descarta estupro no caso da bebê Helena Renato Machado é velado no Rio; veja imagens da cerimônia Flávio critica preço de alimentos: Não é o Brasil que a gente sonhou WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.
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