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Ou mudamos, ou continuamos a andar para trás
Pleno News
17/09/2026 13:14 6 Views

Ou mudamos, ou continuamos a andar para trás

Marco Feliciano - 17/09/2026 13h14 Ou mudamos, ou continuamos a andar para trás (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels Quando digo que as melhores escolhas para o país estão em nossas mãos, vêm à mente os últimos e marcantes acontecimentos. Para citar só alguns: a Cosan, empresa que engloba várias atividades em setores estratégicos, como a produção de açúcar e etanol de cana-de-açúcar, além da operação de ferrovias e outras atividades de escol, também ligada à rede de postos Shell, hoje apresenta resultados negativos em suas finanças, apesar de sua solidez. Devido, creio eu, às conjunturas econômicas que levaram à quebradeira generalizada de diversas empresas tradicionais. Com pesar, enumeramos algumas delas: Casas Bahia, Habib’s, Grupo Tok&Stok, Mobly, Lojas Marabraz, Americanas, Gol, Azul, Polishop e Bombril, entre outras. Sim, empresas outrora sólidas que hoje enfrentam crises financeiras ou processos de recuperação judicial. É triste tocar no assunto, mas a minha intenção é, mais uma vez, lembrar aos nossos seguidores que a mudança que deve vir está em nossas escolhas. Ou mudamos, ou continuamos a andar para trás. Estejamos atentos e lembremos que as ideias marxistas ateístas não vingaram em nenhum país em que foram adotadas. E sim, nossas tradições judaico-cristãs é que nos levarão ao cumprimento de nosso verdadeiro lema: “Ordem e Progresso”. Finalizo pedindo a Deus que derrame as mais doces bênçãos celestiais sobre todos os eleitores do país. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Padre é encontrado morto ao lado de cartaz com ameaças no México STF pode não reconhecer vitória de Flávio, diz Eduardo Bolsonaro GloboNews após Lula reajustar Bolsa Família: Vinculado ao calendário eleitoral Lula foi ao TSE contra Bolsonaro por aumento do Bolsa Família Lula anunciou orçamento de 2027 sem reajuste no Bolsa Família WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Quando o juiz se torna o problema
Pleno News
16/09/2026 10:34 8 Views

Quando o juiz se torna o problema

Marisa Lobo - 16/09/2026 10h34 Plenário do STF Foto: Fellipe Sampaio/STF O que acontece quando alguém encarregado de julgar passa a utilizar o próprio sistema para se proteger e transforma quem denuncia em acusado? Essa é uma das situações mais graves que podem atingir uma instituição de Justiça. Sob a perspectiva da Psicologia forense e da análise comportamental criminal, existe uma diferença fundamental entre diagnosticar psicopatia e identificar traços ou padrões de comportamento potencialmente manipuladores, antissociais ou instrumentais. Não se diagnostica psicopatia à distância. Uma conclusão dessa natureza exigiria avaliação individual, metodologia adequada, análise da história do sujeito e outros elementos técnicos. Mas comportamentos podem; e devem; ser analisados. Imagine, hipoteticamente, um magistrado envolvido em atos de corrupção que percebe que provas, documentos, testemunhos ou denúncias começam a ameaçar sua posição. Qual seria uma das estratégias possíveis de autopreservação? Atacar quem denuncia. Assim, o foco deixa de ser: “O que aconteceu?” E passa a ser: “Quem é o denunciante e como podemos desacreditá-lo?” Essa é uma mudança extremamente importante. Porque, em vez de responder ao conteúdo da acusação, o agente procura destruir a credibilidade da fonte. Questiona suas intenções, investiga sua vida, produz narrativas alternativas e, no cenário mais grave, pode tentar utilizar a própria estrutura institucional para colocá-la sob suspeita. É a tentativa de produzir uma inversão psicológica e processual: o investigado procura assumir o papel de vítima, enquanto o denunciante passa a ocupar simbolicamente o lugar de culpado. Quando a personalidade encontra o poder Determinados traços de personalidade tornam-se especialmente preocupantes quando associados a posições de grande autoridade. Frieza afetiva, ausência de culpa, mentira instrumental, capacidade de manipulação, grandiosidade, desprezo pelas consequências impostas a terceiros e utilização das pessoas como instrumentos podem aparecer em diferentes configurações psicológicas. Esses elementos, isoladamente, não autorizam diagnóstico de psicopatia. Mas, quando associados ao exercício abusivo do poder, merecem atenção. Porque existe uma diferença gigantesca entre uma pessoa manipuladora dentro das relações privadas e alguém manipulador que dispõe de autoridade estatal, informações privilegiadas e instrumentos capazes de produzir consequências jurídicas sobre a vida de outras pessoas. Até porque o poder potencializa o dano. A estratégia de inverter os papéis Do ponto de vista investigativo, existe um sinal que merece especial atenção: quando o agente acusado deixa de concentrar seus esforços na demonstração objetiva de sua inocência e passa a direcionar recursos para desqualificar, intimidar ou investigar aquele que apresentou a denúncia. Isso não prova, por si só, a culpa de ninguém. Mas pode constituir uma hipótese investigativa relevante. É preciso perguntar: Houve retaliação? Houve conflito de interesses? A autoridade utilizou instrumentos públicos relacionados à própria acusação? Tentou interferir na produção ou circulação das provas? Houve pressão sobre testemunhas ou denunciantes? Procedimentos institucionais foram utilizados com finalidade diferente daquela prevista em lei? Essas perguntas são muito mais importantes do que simplesmente chamar alguém de psicopata. Porque elas podem ser respondidas por documentos, registros, decisões, mensagens, cronologia dos acontecimentos e outras evidências verificáveis. Quando o sistema pode virar uma arma O problema deixa de ser exclusivamente psicológico e passa a ser institucional. O Judiciário pressupõe independência, imparcialidade e submissão de todos à lei — inclusive daqueles responsáveis por aplicá-la. Se uma autoridade utiliza prerrogativas institucionais para impedir que sua própria conduta seja investigada, surge uma situação profundamente perigosa: o instrumento criado para investigar pode ser convertido em instrumento de autoproteção. E existe algo ainda mais grave: quando denunciar uma autoridade passa a significar correr o risco de ser investigado pela própria estrutura sobre a qual se fez a denúncia, produz-se um efeito intimidatório. Outras testemunhas podem pensar: “Se eu falar, o próximo investigado serei eu.” É assim que o medo pode substituir o controle institucional. Sendo assim, não procure o diagnóstico. Procure as provas. Em uma verdadeira perícia criminal, a questão principal não deveria ser: “Esse juiz é psicopata?” A pergunta correta seria: “Existem evidências de que essa autoridade utilizou seu cargo, direta ou indiretamente, para interferir na investigação de fatos relacionados a ela própria, retaliar denunciantes, manipular informações ou impedir uma apuração independente?” Essa mudança de pergunta é fundamental. Porque a personalidade pode ajudar a compreender determinados padrões de comportamento, mas são os fatos que estabelecem responsabilidades. Uma democracia não pode depender da personalidade de quem ocupa uma cadeira de poder. Antes, ela depende de controles institucionais suficientemente fortes para que nenhuma autoridade possa ser, ao mesmo tempo, alvo de uma acusação, controladora das provas e responsável por perseguir quem a denunciou. Quando essa fronteira desaparece, não estamos mais discutindo apenas o comportamento de uma pessoa. Estamos discutindo a integridade do próprio sistema de Justiça. Marisa Lobo atua como psicanalista, é pós-graduada em Psicanálise; Gestão e Mediação de Conflitos; Educação de Gênero e Sexualidade; Filosofia de Direitos Humanos e Saúde Mental; tem também habilitação para magistério superior. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. 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Fujamos das más escolhas
Pleno News
15/09/2026 14:14 12 Views

Fujamos das más escolhas

Marco Feliciano - 15/09/2026 14h14 Escolhas (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels Temos de fazer nossas escolhas sempre. Para ajudar nisso, hoje, cito como exemplo duas ilhas: Singapura, no Sudeste Asiático, e Cuba, no Caribe, na América Central. Esses dois países fizeram escolhas distintas: Singapura optou pela democracia e pela economia de livre mercado e hoje é uma das economias mais desenvolvidas do mundo, com uma riqueza sólida. Já Cuba optou por um comunismo ateísta, no qual a liberdade sumiu e o povo se amontoou em residências divididas entre diversas famílias, com racionamento de alimentos e o reúso de automóveis das décadas de 40 e 50, que funcionam graças a gambiarras mirabolantes de cidadãos heroicos, que vivem em uma miséria absoluta. Aponto para esses países porque, em breve, em nosso país, teremos eleições, e as escolhas serão importantes para o futuro de todos. Portanto, peço prudência nas escolhas entre o bem e o mal, que nem preciso exemplificar as consequências, pois todos sabemos quais são. Finalizo agradecendo a Deus a oportunidade de conclamar meus compatriotas a fazer a escolha mais apropriada. E peço que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos os cidadãos de bem de nosso país. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Kardashian recebe indenização de 1 euro após assalto na França Flávio diz que reajuste no Bolsa Família é "desespero" de Lula Datafolha: Flávio e Lula aparecem empatados no 1º e 2º turnos Justiça toma decisão sobre prisão domiciliar de José Dumont Bolsa Família: Míriam Leitão cita diferenças entre Lula e Bolsonaro WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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